Megaiate que pertenceu ao cofundador da Microsoft poderá ser fretado pela 1ª vez


O megaiate de 125 metros Octopus, construído sob medida para o falecido cofundador da Microsoft, Paul Allen, estará disponível para aluguel pela primeira vez em sua história. Desde o seu lançamento, em 2003, ele sempre foi classificado como um dos maiores iates privados do mundo, mas, apesar de ter sido visto com frequência em alguns dos destinos mais populares, seu interior sempre foi um segredo, já que ele simplesmente nunca foi fretado.
Equipado para realizar missões de reconhecimento e recuperação do oceano profundo, Octopus foi “emprestado” algumas vezes aos governos para ajudar a encontrar e recuperar artefatos significativos de navios de guerra que afundaram durante a Segunda Guerra Mundial.

Sob comando de novo proprietário, Octopus estará disponível para fretamento na Antártida ainda este ano, e as fotos por dentro do iate finalmente foram divulgadas. E como é possível ver, o interior deste megaiate icônico – construído pela Lürssen e projetado por Espen Øino – é simplesmente espetacular.
O legal do Octopus sempre foi que ele forneceu a Allen e seus convidados um nível incrivelmente alto de luxo, além de ser forte o suficiente para lidar com o gelo e as condições adversas exigidas pela exploração polar. E, claro, foi equipado para ciência e pesquisa séria também.

De acordo com a Camper & Nicholsons, responsável pelo fretamento do modelo, o megaiate é equipado com uma suíte médica totalmente equipada e um centro de mergulho a bordo completo com câmara hiperbárica, bem como um submarino e dois heliportos.
Dois elevadores, garagem para carros, piscina, quadra de basquete, cinema, estúdio de gravação com vista para o mar, etc, ajudam a compor a embarcação. “Quando estive nele pela primeira vez, me senti como se estivesse em uma nave espacial. Todas as minhas paixões se unem em um banquete móvel”, chegou a escrever Paul Allen.

Atualmente, Octopus está no meio de uma turnê de volta ao mundo que incluiu paradas na Costa Rica, Panamá, América do Sul e terminará na Antártida, no início de dezembro.

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